19 janeiro 2017

[Vale a pena] Série Mulheres Alteradas - Maitena



A primeira vez que eu li essa série eu era bem novinha, e agora mais velha mais madura senti vontade de reler ela.
O que mais chama atenção é que apesar de tanto depois de lançada (2003-2005) e das atuais mudanças sociais e culturais que temos passado em relação ao mundo feminino, as situações, dilemas e conflitos expostos nas tirinhas continuam atuais, e por isso muitas vezes me identifiquei com várias dessas situações rsrs.
A Maitena tem um humor afiado, observador e sagaz, o que torna a leitura mais gostosa ainda.
Apesar do título da série ser Mulheres Alteradas é claro que a série também é indicada para os homens. Acredito que com certeza eles vão identificar alguns quadrinhos com situações vividas por ele e por sua esposa/namorada/mãe/irmã...etc.






    Dados da Série
          
Livros da série : Mulheres Alteradas 1, Mulheres Alteradas 2Mulheres Alteradas 3Mulheres Alteradas 4Mulheres Alteradas 5  
Autor: Maitena
Editora no Brasil: Rocco

O corpo, a moda, os homens, os amores, a família, os filhos, o trabalho, o passar do tempo, a falta de tempo... Tudo aquilo que faz as mulheres viverem alteradas, retratado com o talento de uma grande humorista. Nesta obra a autora mostra que o riso é a mais saudável das alterações.


Sobre a autora: Nascida numa família de classe média de Buenos Aires, Maitena Inés Burundarena nasceu em maio de 1962 na capital argentina. A mãe, arquiteta, foi quem a estimulou a desenhar. O pai, engenheiro, católico e de direita, foi ministro no último governo da ditadura militar, o do general Viola, que incorporou nove civis. “Ele devia ter dito não, mas a vaidade o fez aceitar porque morria de vontade de ser ministro da Educação. A muito custo, reconheceu seu erro”, diz ela.
Casou-se pela primeira vez muito cedo, “porque ele entendia minhas piadas”. Com 19 anos já era mãe de dois filhos (do primeiro, foi mãe solteira aos 17). Aos 24 estava separada.
A partir dos anos 80, a cartunista portenha que é autodidata ganhou o mundo: a porta da frente foram revistas undergrounds, obras infantis e tiras.

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