28 janeiro 2015

Ossos do Inverno - Daniel Woodrell



Livro: Ossos do Inverno  
Autor: Daniel Woodrell
Editora: Martins Fontes
Páginas: 240  
O pai de Ree Dolly fugiu durante a liberdade provisória, acusado de gerenciar um laboratório de metanfetamina, e a família Dolly irá perder sua casa se ele não comparecer à próxima audiência. Tendo dois irmãos menores que dela dependem, Ree, de apenas dezesseis anos, precisa trazer seu pai de volta, vivo ou morto.



Minhas considerações...
Como já disse nesse post eu queria esse livro desde que assisti ao filme que é a adaptação dele e que aqui no Brasil ganhou o título de “Inverno na Alma”.
Eu gosto de livros com personagens que tenham uma personalidade forte e que tenham que cuidar de sua família.
Por falar em família, esse é um dos temas do livro.
Ree Dolly nos descreve o que é ser um Dolly; pessoas “brutas” que não costumam levar desaforo pra casa, e todos estão metidos com algum tipo de atividade ilegal.
A historia toda gira em torno de Ree em busca do seu pai (vivo ou morto) para que ela e sua família (seus 2 irmãos mais novos e sua mãe que sofre de alguma demência) não sejam despejados de sua casa que foi dada como pagamento da fiança de seus pai e como ele não apareceu no tribunal está sendo dado como fugitivo.
Enquanto acompanhamos a jornada de Ree atrás de seu pai, o autor nos banquete-a com descrições da paisagem de Osarkas durante o inverno rigoroso. Além de nos apresentar rapidamente alguns membros da família de Ree que serão importantes para ela durante sua busca.
Esse é o primeiro livro que eu li do autor Daniel Woodrell e eu gostei muito de sua escrita e achei interessante como em algumas partes ele escreve os diálogos com linguagem coloquial, como falam as pessoas desse lugar.
Sobre o filme... mais que recomendo que vocês assistam a adaptação cinematográfica do livro e que rendeu a primeira indicação ao Oscar à atriz Jennifer Lawrence.


Trailer


Para ler ouvindo...

Farther Along - Marideth Sisco ♫

Citações favoritas...
Diversas vezes Ree precisava se dar uma injeção de sons agradáveis, apunhalar com aqueles sons o caos constante que guinchava em sua alma, o caos gerado pelo dia a dia.
Nunca ia ter só suas preocupações na cabeça. Nunca ia ter só seus próprios problemas.
Nunca choraria onde suas lágrimas pudessem ser vistas e usadas contra ela.
Avaliação



Nenhum comentário:

Postar um comentário